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Transparência e repartição de beneficios 

Todo mundo sabe que a Tamã nasceu da parceria com povos indígenas, artistas e pessoas comprometidas com as causas socioambientais. 

 

Foi criando juntos e dividindo o excedente em partes iguais que caímos no gosto do povo. Por acreditar na boa e velha parceria, nossa relação com os parceiros foi crescendo por todo o Brasil.

 

Nossa política de transparência com os parceiros começou com a precificação aberta com a listagem das despesas que temos para criar produtos como camisetas, bolsas, mochilas e outros. 

 

De um lado as despesas e custos, de outro lado, o excedente e o lucro que sempre foi usado pela Tamã para promover ainda mais as causas e pessoas que acreditamos. 

 

Com os nossos parceiros sempre tivemos uma relação de respeito e valorização, O que fazemos não é ajuda e nem bondade, é relação justa. Pessoas indígenas (artistas, comunidades, associações e outros) tem algo muito valioso: sua cultura, cosmovisão, saberes e toda sua riqueza material e imaterial agregam valor a qualquer produto ou serviço. 

 

Nossa marca, por outro lado, não faz nada demais, mas mesmo assim ao trabalharmos juntos conseguimos entregar propósito, beleza, e riqueza cultural que pode ser vestida, sentida e apreciada.

 

No centro de tudo isso estão os saberes originários e seus detentores, como protagonistas e também generosos ao partilhar conosco não apenas o ganho econômico, mas ao fazer a Tamã mais significativa a cada parceria. 

 

Nossa política de transparência não envolve apenas um contrato com os detentores de direitos autorais e patrimoniais, mas respeita coletividade e direitos coletivos, como também respeita nossos clientes que chegam de todos os lados fortalecendo essa economia da reciprocidade e da abundância. 

 

Em nosso modelo de negócios trabalhamos da seguinte forma: 

 

100% do lucro vai para uma causa, parceiro ou comunidade. 

É o caso das camisetas que apoiam associações indígenas. É nossa forma de apoiar o fortalecimento de instituições de base comunitária que estão na ponta, protegendo territórios e fortalecendo a cultura e a economia da floresta. 

 

50% do lucro vai para o parceiro ou comunidade. 

Foi como começamos o trabalho com a Tamã. Desenvolvemos parcerias com alguns artistas e parceiros estratégicos como Denilson Baniwa, Aislan Pancararu, Rede Xingu +, Amary, Instituto Yakã e aldeias do povo Kaiabi do TIX, entre tantos outros parceiros que recebem 50% do lucro gerado. 

 

100% do lucro para a Tamã 

Existem também diversos produtos que tem seu excedente destinado exclusivamente para o fortalecimento da Tamã. Nesse caso, a Tamã compra as artes e ilustrações como no caso das pinturas Kayapó, onde as mulheres recebem pela venda de cada pintura autoral. Também é o caso das camisetas elaboradas pelos artistas Edson Ikê e Daisy Barros, além de outras camisetas criadas pela equipe da Tamã. 

 

Além disso, é importante mencionar que temos parceria com outras comunidades tradicionais, como as mulheres quilombolas de Tocoiós do semiárido mineiro, mulheres de Várzea Queimada e o Instituto A Gente Transforma e também artistas não indígenas como Adriana Bittar, Anna Cunha, Caio Oshima, Daisy Barros e Edson Ikê. 

 

A Tamã é diversa e fundamentada no Brasil originário, e estamos aqui criando e fazendo um Brasil que (re)conheça seu verdadeiro patrimônio cultural e social que também pode ser econômico e abundante.

 

 

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